Primeiro percebemos as coisas (entendimento) Só depois elas se tornam reais!
«Afigura-se-me que todos os que querem usar a imaginação para as compreender procedem como se para ouvir os sons, ou cheirar os perfumes, quisessem servir-se dos olhos; com a diferença, para pior ainda, de que o sentido da vista não nos garante menos que os do olfacto ou da audição a realidade dos objectos que pretende atintir; ao passo que nem a imaginação nem os sentidos poderiam nunca certificar-nos de qualquer coisa sem a intervenção do entendimento" pág 32
Discurso do Método
Descartes
Sá da Costa 17ª ed
«Afigura-se-me que todos os que querem usar a imaginação para as compreender procedem como se para ouvir os sons, ou cheirar os perfumes, quisessem servir-se dos olhos; com a diferença, para pior ainda, de que o sentido da vista não nos garante menos que os do olfacto ou da audição a realidade dos objectos que pretende atintir; ao passo que nem a imaginação nem os sentidos poderiam nunca certificar-nos de qualquer coisa sem a intervenção do entendimento" pág 32
Discurso do Método
Descartes
Sá da Costa 17ª ed


